
O último testamento de Jorge Nuno Pinto da Costa, redigido em dezembro de 2024, revogou um anterior e definiu a distribuição dos seus bens.
A mulher, Cláudia Pinto da Costa, recebe seis quadros de arte, todo o recheio da casa (exceto retratos dos filhos e livros, que serão divididos entre eles) e metade da quota disponível da herança.
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Os filhos, Alexandre e Joana, recebem diversas obras de pintores portugueses. O neto, Nuno Alexandre, fica com as condecorações e distinções honoríficas do avô, bem como o móvel onde estão guardadas.
A quota disponível da herança foi dividida entre a mulher e a filha, deixando Alexandre de fora. No documento, Pinto da Costa expressou um desejo de harmonia entre os familiares, algo posto em causa pelo processo movido pelo filho contra a viúva.